Tão bom estar, assim, tão comigo. Essa proximidade que me toca, sem endereçamentos para avessos e poéticas perdidas.
Cuido do jarmim com o primor de quem cuida de um jardim: rega, contempla suas belezas, a poda e o capinar do que não é promessa de vida colorida ou que adição.
Por isso, este ano é um sagrado. Não guardarei as flores de seda - as que uso nos cabelos - nas caixas. Por isso o cuidado comigo, permitir-me tempo com tempo, redescobrir o que me faz mais Chaiene.
:)
quinta-feira, 3 de março de 2011
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