terça-feira, 27 de abril de 2010

Por mais que não me pareça estranho e por mais que de mim não seja desatado, ausentar-me das letras não é mais um fardo - e como já foi.
Estranho não é o desembaralhamento de ideias, a complexidade dos enredos. Tudo está muito simples; pouco está vago.
(Embora de algumas dúvidas esvaziada, de espaços amplos me sinto cheia.)

1 comentários:

Juan Moravagine Carneiro disse...

A poesia não precisa necessariamente ser escrita para ser vista como tal...As vezes ao caminhar pelas ruas deixamos poemas...palavras...letras...músicas caírem pelas ruas sem que a gente perceba...Talvez o máximo disso que nos chegue é o cheiro destas quedas...

é sempre bom ter você de volta por aqui!