quinta-feira, 8 de abril de 2010

Não são os dedos, os braços cansados. Coisa outra. Não eusencia do que escrever e do como dizer.
Lançar-me no trabalho, ler aqui, ali. Tudo organizadinho - oh a custo chegar! Mas e aí?
Abolir Neruda, meu subjetivismo vindo à tona cada vez que me deixo mergulhar nas entranhas – colado nas vísceras – ?
Deveria ter explicado `o que a primavera faz com as cerejas`? Lembrar que de outonos desfolheço? Constatar meus (des)vaos?
Eu tenho senso. Mas ele às vezes é mais falta que ausência.
...
Chaie

1 comentários:

Juan Moravagine Carneiro disse...

"...Quantas memórias me trazem à mente cerejeiras em flor..." (Matsuo Basho)