Sem reservas
II - Sobre uma percepção
Foi uma semana tranquila. Não em que nessas de arrancar sob que força, entornando no chão o que no meu tempo é angus; é dessas em que no peito parece ter ancorado uma serenidade desejada porque necessária.
Eu que vivia ainda há pouco sob o signo do imprevisto, segurando no vento esses lápsos de luz que não passam de sombra. Uma avenca partindo.
Ando me sentido e estado só. Por vontade, por uma clareza. Deixar, como escrevi "deixar o fuso girar sua roda". Vontade de ância me atropela, atropelo, rolo.
Estou redonda e macia,
como uma maçã. Sem pecado.
Chaie Berndt
quinta-feira, 1 de outubro de 2009
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1 comentários:
- O mundo é um moinho do Cartola.
- Roda Viva - Chico Buarque.
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