Uma, duas três - quatro malas
pesadas
a travessia começa com o fecho que prende
-Abre!
voam sonhos defeitos
agonia pelo que poderia ter sido - ..., e não foi
alguma mágoa de menina mimada
traças, até
e algumas letras caiadas - por que as pintei?
um espelho quebrado
na foto de um dia colorido que virou em sépia
(é que esteve sol lindo e brisa)
se nublado e tempestade,
urge mudança
não esquecer de abrir de vez as malas
levar ao vento o que farpa
peso
andrajos
-Como pode querer alguém ir longe com tanta coisa perdida nas malas?
o novo aceita o renovado
o puro
e certeza que bem-vindo sejas:
humilde de coração.
O poema, aquele, não veio ainda. Mas, confesso: falar sobre percepção me está fazendo ver umas coiss em mim. Virei poesia ambulante?
.... vontade de dizer, ai vontade... rsss
Chaie
terça-feira, 1 de setembro de 2009
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